5 Razões para aprender uma Língua
1. Para maior destreza cognitiva e habilitação pessoal
Aprender uma língua envolve um vasto leque de campos de aprendizagem, nesse sentido, estudar uma língua estrangeira pode melhorar a sua capacidade de aprender e de funcionar também em diversas outras áreas.
Crianças que tenham estudado um segundo idioma obtêm melhores resultados em testes de leitura, em destreza linguística e até nas artes e na matemática. As pessoas que aprenderam línguas estrangeiras mostram maior desenvolvimento cognitivo em áreas como flexibilidade mental e criatividade levando a uma maior propensão para resolução de problemas, conceptualização e raciocínio.
Além dos benefícios cognitivos, o estudo de línguas estrangeiras leva à aquisição de outras aptidões de vida importantes. Aprender línguas implica também lidar com as respectivas culturas, por isso, um estudante de línguas torna-se assim melhor munido para se adaptar e enfrentar um mundo em rápida mutação e cada vez mais global. Além disso, o encontro com diferentes culturas leva a uma maior tolerância para com os diversos estilos de vida e costumes e melhora a capacidade do aluno para compreender e comunicar-se com pessoas de diferentes esferas sociais.
2. Para aumentar o potencial de emprego
Para que as empresas possam competir eficazmente numa economia global, elas devem aprender a lidar com as outras culturas nos seus próprios termos. As empresas que planeiam fazer negócios no estrangeiro têm, portanto, uma extrema necessidade de colaboradores bilingues ou até multilingues, ou seja, para que possam ser internacionalmente competitivas precisam de funcionários que possam comunicar eficazmente no local sede do negócio. Trabalhadores que falam apenas uma língua podem demonstrar menor potencial uma vez que conseguem comunicar apenas com pessoas que falam o mesmo idioma.
No entanto, os negócios não são a única área de trabalho onde as competências linguísticas são necessárias. Agências do Governo, o sector de viagens, áreas técnicas como engenharias e comunicações, o campo da educação, Direito internacional, economia, política pública, publicação, publicidade, entretenimento, investigação científica e todo um vasto leque de serviços, são alguns outros exemplos onde a necessidades de pessoas com competências em línguas estrangeiras acontece.
3. Como fundamentação para o incremento do salário
Um relatório recentemente publicado como Doris Day, Emma Thompson e Woody Allen, destaca alguns benefícios encomendado por Michael Thomas, o professor de línguas de Hollywood que ensinou celebridades interessantes trazidos para aqueles que aprenderam uma língua estrangeira. Segundo o relatório, britânicos que aprenderam uma língua estrangeira são mais ricos, mais felizes e são considerados mais atraentes do que aqueles que só falam inglês.
Além disso as pessoas que aprenderem uma língua estrangeira acabarão por auferir rendimentos superiores ao longo da sua vida pois, e pelos motivos já acima apresentados, as empresas estarão dispostas a pagar mais a estes trabalhadores.
4. Em resposta a requisitos de acesso à faculdade e níveis de pós-graduação
Hoje em dia a maioria das faculdades e universidades requerem um mínimo de dois anos de ensino de línguas estrangeiras no ensino secundário para admissão às mesmas. Adicionalmente, uma vez inscrito num curso de formação superior, os alunos vêem por vezes a sua faculdade ou universidade a requerer cursos de língua estrangeira como requisito para a licenciatura. Muitas universidades consideram, e com razão, que o conhecimento de línguas e culturas estrangeiras é parte da cultura de que cada pessoa instruída deve possuir. Muitos cursos nas Artes e Humanidades, Ciências naturais e comportamentais e Ciências Sociais, bem como nos campos profissionais, exigem também o estudo de um ou mais idiomas para garantir o sucesso no respectivo campo de acção.
Para quem pretende continuar os estudos com uma pós-graduação em praticamente qualquer campo, o conhecimento de um segundo idioma e às vezes até mesmo um terceiro é frequentemente um pré-requisito de admissão. Assim, desde a matemática à antropologia, ou da biologia à história da arte, verifica-se que muitos, se não a maioria, dos programas de pós-graduação requerem algum tipo de conhecimento de línguas estrangeiras aos seus candidatos.
5. Exponencial para relações de amizade e factor de atracção para o sexo oposto
Conhecer outras línguas aumenta efectivamente o número de pessoas em torno do Globo com quem se pode comunicar. A capacidade de se falar outras línguas e o interesse noutras culturas pode fomentar ligações com essas pessoas.
Uma pesquisa realizada em 270 agências, permitiu constatar que os Britânicos que falam uma língua estrangeira obtêm pontuações mais elevadas pois são mais fáceis de fazer corresponder com possíveis parceiros já que são considerados como sendo mais inteligentes e também mais atraentes para o sexo oposto.
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